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A GRANDEZA DA INSIGNIFICÂNCIA

  • 16 de jun. de 2017
  • 1 min de leitura

Gosto muito de brincar com minha filha pequenina e fazê-la sentir-se forte e vitoriosa. Só de pensar nela enquanto digito esta linha, meus olhos se enxeram de lágrimas.

Sou um pai tonto...

Muitas vezes, quando chego ao local de reuniões de nossa igreja, sendo o primeiro a chegar tenho a oportunidade de fazer um exercício de força, subindo a porta metálica do barracão. Mas hoje conto com uma tremenda ajuda: essa menininha de cinco anos. Ela se oferece correndo para me socorrer e eu lhe digo que sua ajuda é bem vinda. Peço-lhe então a oportunidade de participar e ela permite. Em seguida "ela ergue a porta" contando com minha insignificante participação. Como fico feliz! e ela também.

O que é pequeno demais quando se conta com uma grande ajuda?

Assim devem aprender a pensar os que caminham com Deus. Não se trata de uma brincadeira de erguer portas, mas sim, de exercer um ministério. Existem, sim, responsabilidades. Passamos por lutas e por muitas situações desconcertantes.

Mas tudo muda quando passamos a dizer para nós mesmos que "de Deus somos colaboradores".

Aprendi com Peter White em seu brilhante livro "O Pastor Mestre" que o verdadeiro obreiro é o Espírito Santo.

Deus disse ao Moisés que estava tão inseguro a respeito de sua competência para a missão que o que importava não era a identidade ou capacidade do Moisés, mas sim, a presença de Deus.

Nas mãos de Deus fazemos proezas.

Não importa nossa insignificância, mas sim a grandeza de Deus.

Isso significa algo para você?

Mude, urgentemente, a sua perspectiva. Tire os olhos de si. Ponha-os agora em Deus.


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