Perfeito Louvor
- 29 de mai. de 2018
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Jesus disse que: Da boca das criancinhas extraíste perfeito louvor!
Ele mesmo repreendeu seus alunos/discípulos, que tentavam impedir que os pais trouxessem seus filhos para que Ele os tocasse e abençoasse. Ele disse claramente: Deixai vir a mim os pequeninos: Não os impeçais!
Crianças são a imagem do essencial, da santidade fundamental, da simplicidade da vida regenerada. Crianças são a expressão do início promissor, da humilde sujeição a Cristo, da disposição (sem especulações, sem memórias, sem experiências para opôr à orientação dada pelo mestre) de seguir "simplesmente" a Cristo, nosso querido mestre - o Mestre dos Pequeninos.
Jesus, o Mestre dos Pequeninos faz ameaça aos que põe tropeço no caminho dos seus, dá a vida por eles, deseja ardentemente que venham a Ele e se alegra sobremaneira pelo fato de o Pai haver escondido sua sabedoria dos sábios e entendidos e de a ter revelado aos pequeninos.
Deus Pai é pai dos pequeninos, pai das luzes, pai dos espíritos, pastor das ovelhinhas, zeloso em buscar, até achar, qualquer uma que tenha se desgarrado, de tão valiosas que são para seu terno coração.
Os pequeninos são os maiorais do reino dos céus. Jesus relaciona os pequeninos à humildade e à disposição para servir.
Sim, repito, crianças são a imagem do essencial: do que somos em Cristo por posição e do que devemos nos tornar em toda a nossa maneira de viver.
Crescer em santidade é tornar-se humilde como um pequenino.
Adorar perfeitamente decorre de nos deixarmos "reduzir" ao essencial, para sermos simplesmente "filhos do Pai que está no Céu".
Que perfeito louvor seria este? Quantas vezes me perguntei.
Observei de perto o desenvolvimento de meus filhos. Observei-os quando ainda não eram capazes de dizer uma palavra.
Fiquei me indagando se seu choro, ou seu sorriso, ou seus balbucios, ou mesmo o seu soninho de anjo não seriam uma imagem de um perfeito louvor. Encontrei motivos para considerar que cada uma dessas "ações" de meus pequeninos filhos, eram a expressão de seu louvor a Deus. Até o dia em que os ouvi dizendo, pela primeira vez, o meu nome favorito... Eles me deram um novo nome... o nome mais doce pelo qual sou chamado exclusivamente por eles. Meu nome é Papai!
Paulo diz que, a nós, Seus filhos, os "pequeninos", Deus concede o espírito de Seu filho, pelo qual clamamos "Abba, Pai", e, este, a meu ver, é o perfeito louvor, o início da perfeita oração que um pequenino faz ao Pai que está no céu.
Deus ama receber seus pequeninos e ouvi-los chamando-o pelo nome que mais docemente fala ao seu coração, o nome pelo qual Jesus o chama: Pai.





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