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Simples, mas não simplista

  • 23 de jun. de 2017
  • 2 min de leitura

Domingo em minha pregação, disse aos irmãos que não podíamos tratar a Jesus Cristo com familiaridade excessiva.

Isso gerou certo desconforto em alguns, pois, ao mesmo tempo afirmamos que devemos tratar o Senhor com naturalidade pessoal, como a um grande amigo, pai... Alguém que nos ama e que se fez próximo, se fez Emanuel.

Na mensagem voltamos ao momento de encontro de Deus com Moisés. Deus aparece numa sarça que arde em chamas, mas não é consumida pelo fogo (um símbolo de Cristo e da aliança de Deus com o homem por meio dAquele que fora santificado (isto é, separado, designado) e enviado ao mundo para nos unir a Deus). Naquele momento Deus diz a Moisés para tirar as sandálias dos pés visto que o lugar onde se achava era santo.

Uma experiência semelhante acontece no monte da transfiguração, onde o Jesus que com os apóstolos caminhava familiarmente, revela que há coisas sobre ele que não podem ser conhecidas a menos que ele as revele. A reação de Pedro é de assombro.

O mesmo podemos dizer do momento em que Cristo aparece para o apóstolo João no apocalipse. Seus olhos ardem em chamas, seus pés e suas vestes brilham... É o mesmo Jesus Cristo, porém, revelando-se em sua majestade divina...

Penso que seu amor nos permite a familiaridade, mas, devemos ter o cuidado de não permitir que isso nos leve ao exagero de tratá-lo como a um camarada, com familiaridade tão excessiva que nos faça esquecer que estamos diante de alguém por cuja palavra o universo foi criado, e cuja glória enche este universo. Os céus declaram sua glória. Dele é o reino, o poder e a glória. Sim, Ele é nosso amigo e nos tornou filhos do Pai, juntamente com Ele. Mas não esqueçamos que entre nós e Ele há um abismo de distinções: Ele é a cabeça... nós somos o corpo. Ele é o noivo... Sim, Ele nos fez reis e sacerdotes, mas, Ele próprio é o Rei dos reis e o grande Sumo Sacerdote.

Ele merece a adoração... perante ele todo joelho se dobrará.

Os nossos se dobram desde já.

Jesus é Kyrios!

Nosso amigo... nosso Senhor. Santo, santo, santo!


 
 
 

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