MANTENHA JUNTO
- 1 de jul. de 2017
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Alguns sites norte americanos me enviam diariamente textos sobre a bela arte da pregação das escrituras. Sou apaixonado por pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho.
Nos textos que me enviam recebo dicas sobre criatividade, fidelidade, ilustrações da vida e dos livros, caminhos para se fazer entender, etc.
Porém, mais que uma vez notei que muitos comentaristas, especialmente entre os brasileiros, dividem-se entre os que buscam técnicas melhores e os que buscam ser fieis ao conteúdo do evangelho. Uns estão tentando levar a platéia à emoção, outros estão tão desejosos de verdadeiras conversões a Cristo. Estes últimos fazem muitos comentários críticos aos primeiros.
Nos últimos anos, debatendo-me com a hermenêutica e com a homilética, pregando sermões à congregação que de cujo cuidado fui encarregado (e em outros ambientes), pregando enquanto lido com família, saúde, dinheiro... às vezes desço do púlpito sentindo-me um herói da fé... às vezes desejoso de desaparecer subitamente para não ouvir elogios indevidos de minha bondosa igreja. Acredito que acumulei alguma experiencia que me permite recomendar que não se cometa o exagero de separar pregação criativa de pregação fiel. O pregador deve buscar desenvolver a criatividade na transmissão do evangelho bíblico. Deve ser um estudioso comprometido e um comunicador apaixonado. Deve desenvolver a arte de comunicar com clareza e paixão cada percepção que obtém da mensagem que transforma vidas. Deve manter juntas essas coisas.





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