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FORA DO UNIVERSO

  • 11 de jul. de 2017
  • 1 min de leitura

A glória de Deus enche a terra, enche o universo. Contudo, é possível ao homem ignorar ou negar essa realidade. Ele não pode aniquilar essa realidade, mas pode viver como se ela fosse mentira.

Frank Laubach disse que embora não possamos tirar Deus do seu universo, podemos deixá-lo fora de nossas mentes. Fazemos isso com demasiada frequência. Trocamos a glória do criador (bendito eternamente) e erigimos em seu lugar deuses que não passam de fantasias de nossas mentes.

A consequência é que ao deixar Deus fora de meu mundo interior, eu me excluo do universo real, para o qual Deus é Criador e Sustentador. Não é Ele afetado por minha péssima escolha, mas, eu sou. Assim fico prisioneiro de uma ilusão, seja ela qual for. Fico iludido com pessoas, situações, coisas... atribuo a elas o poder de me fazer feliz. Nesse caso, olho para as coisas e não as vejo de fato, como realmente são. Vejo apenas e tão somente o que parecem ser para mim.

Cometo assim, desde o início um verdadeiro sacrilégio. Constituo ídolos em lugar de Deus. Trato como Deus, ou como deuses as muitas coisas nas quais deposito minha confiança.

Com isso cometo um crime contra mim mesmo, recusando-me a adorar Aquele que é. Tento ser humano sem a luz de meu Criador. Estou fora do universo.

O universo canta a glória do Logos e une-se inteiro sob a condição humilde de criatura dEle.

Meu lugar na vida está na dependência de minha relação com o Logos, o qual se deu a conhecer, mergulhando entre suas criações e passando, portanto, a fazer parte delas.

Jesus disse: Eu Sou a Vida.


 
 
 

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