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Coerência espiritual

  • 7 de dez. de 2017
  • 2 min de leitura

Todo crente acha estranho que muitas pessoas não creiam em Deus. Pregamos ao mundo que existe um Deus; que esse Deus tem um desígnio; que Ele nos ama; que Cristo veio ao mundo por amor, para proporcionar redenção à humanidade; que essa redenção é a maior necessidade do ser humano, da qual muitos jamais chegam a tomar conhecimento, e que Deus nos deu a responsabilidade de anunciar ao mundo que há salvação somente em Jesus Cristo. Mas, o que tem me deixado ainda mais admirado são as pessoas que alegam crer em Deus, em Seu amor e na necessidade que cada pessoa tem de conhece-lo; na importância da Igreja e no dever que cada cristão tem de servir a Deus ligado a uma comunidade local de crentes assim como um membro está ligado ao corpo. A verdade é que o que realmente cremos revela-se em nossas ações.

Estude a linha de conduta de uma pessoa e você terá descoberto tanto seu conjunto de valores como a base deles: o que a ela realmente crê. O apóstolo Paulo deixou escrito que é preciso que os crentes se examinem para ver se estão na fé.

Temos que nos fazer algumas perguntas e verificar se as respondemos afirmativamente, não com nossas palavras, mas sim com nossas vidas.

Cremos, de fato, no evangelho? Cremos que só em Cristo há salvação? Cremos que a igreja é o corpo de Cristo? que nosso papel na igreja é tão essencial quanto o de um membro em um corpo? A resposta para perguntas está no modo como empregamos nosso tempo e dinheiro, no modo como conduzimos nossos negócios, vigiamos nosso comportamento e cultivamos nossos relacionamentos...

Trata-se do quanto valorizamos as coisas de Deus.

Nossa vida é sempre o reflexo daquilo que amamos, daquilo a que atribuimos valor.


 
 
 

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