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Deixai os insensatos e vivei

  • Foto do escritor: Elias De Oliveira Junior
    Elias De Oliveira Junior
  • 19 de mar. de 2019
  • 1 min de leitura

Certa feita, ouvi uma mensagem de um pastor na qual dizia que havia instituído um critério para aconselhar uma pessoa pela terceira vez: ela deveria ter posto em prática o que ouviu nas duas sessões anteriores. Sem isso era inútil continuar, pois, seria apenas um gasto de tempo para ambos. Ele concluiu que as pessoas querem apenas alguém que lhes ouça as queixas, mas não esperam fazer nada para mudar seus hábitos.

Conclui que esta foi uma sábia decisão.

Hoje, após ter lidado com a obstinada tolice de uma pessoa a quem tentei ajudar, conclui que nunca mais devo fazê-lo, a menos que insistam.

A Bíblia diz em Provérbios 9:6 "Deixai os insensatos e vivei". Outra versão diz "deixai a insensatez"...

O verso seguinte é particularmente elucidativo: "O que repreende o escarnecedor traz afronta sobre si; e o que censura o perverso a si mesmo se injuria."(Pv 9:7)

Até aqui eu mantinha uma ilusão de que as pessoas realmente estão dispostas a fazer o esforço de mudar suas vidas para melhor. Mas, a julgar pelos últimos acontecimentos, vi que devo abaixar o nível de minhas expectativas e me contentar em pregar... esperando que alguém queira deixar a insensatez e viver.

De minha parte, percebo que devo deixar os insensatos... aqueles que, com suas escolhas, zombam da sabedoria. A Bíblia os chama de escarnecedores... que além de não colocarem em prática o que ouvem, voltam-se contra quem lhes aconselhou.

Jesus disse que são como cães e porcos, para quem não devemos lançar nossas pérolas e coisas santas, pois eles as pisoteiam e depois nos dilaceram.


 
 
 

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