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EVANGELISMO ORGÂNICO

  • 28 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura

Todo evangelista tem uma certa pressa. Recebemos uma mensagem e a repassamos. Alguns de nós conhece bem as relações internas dessa mensagem, outros se aprofundam na apologética e fazem um levantamento de respostas para todas as questões, quer venham de judeus descrentes, quer de ateus, quer se trate de uma seita com base cristã, ou de uma religião pagã. Aprendemos que tínhamos que ir pelo mundo todo fazendo discípulos de todas as nações.

Isso tem levado a maioria de nós a estudarmos para contra atacarmos. E, se considerarmos as histórias de martírio, não nos restarão dúvidas sobre a natureza exata de nosso testemunho.


Não estou aqui para contestar que um seguidor de Cristo corra o risco de ter o mesmo destino que seu mestre. Mas, tenho me esforçado para repensar o modo como entrego o evangelho ao meu próximo. Tenho me esforçado por repensar a evangelização a partir da perspectiva do ouvinte, daquela pessoa criada à Imagem de Deus, amada por Jesus e que deveria ser profundamente amada por mim.

Tal amor não se reflete necessariamente em meu esforço por entregar o conteúdo.


A menos que eu esteja disposto a fazer o esforço adicional por garantir que o Evangelho chegará inteiro (no que depender de mim) e que será entregue no mesmo espírito de Cristo, estarei fazendo proselitismo e não compartilhando um conhecimento que gera vida.


Ouvir

não me apressar


considere que o plano de salvação por meio da pregação no entender do cristão em geral - Deus enviou Jesus somente a 2000 anos. quem foi salvo das eras anteriores? Jesus confiou sua mensagem a um grupo pequeno de pessoas. Enquanto não chega um pregador na aldeia ou cidade, os demais continuam morrendo e indo para o inferno. considere os escandalos oriundos dos meios cristãos, considere os abusos religiosos cometidos no interior de igrejas cristãs, considere a falha de conhecimento do evangelho, considere as incongruências teológicas, considere as divisoes eclesiásticas, considere as diversas teologias, considere a calma de Deus, a calma de Jesus, a presença do espirito santo, um possível propósito distinto para o plano de fazer discípulos entre as nações, as peculiaridades de cada povo e as dificuldades que isso representa para o esforço missionário,


deve haver algo que nos escapou no sentido da grande comissão

fazer discípulos é fazer novos aprendizes para o mestre

o mestre mesmo não fez milhões de discípulos

a missão do discípulo de continuar a missão do mestre talvez não seja uma multiplicação exponencial do estilo que imaginamos


 
 
 

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