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Sem título

  • 28 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura

Ministério é um negócio engraçado.

Quando me vi sendo vocacionado, entendi que o chamado de Deus deveria se tornar a prioridade máxima de minha vida. Que eu deveria servir o Senhor, chamando minha família para dentro do ministério, que meus superiores poderiam contar comigo e que eu lhes devia satisfação num nível profissional.

Hoje, aumentam os livros cujo tema é "cada crente um ministro", que fazem com que as pessoas - especialmente as que possuem algum instinto de liderança - fiquem entusiasmadas. E como se não bastasse estarem sendo elevados, fazem questão de rebaixar e nivelar seus pastores, tratando-os como apenas outros "ministros". Acho engraçado a pose que falam quando referem-se a si mesmos como ministros.

Convivo com pastores, e entre estes, encontro homens que deixaram sua carreira, largaram faculdade na área de sua profissão e foram estudar teologia, deixaram empregos bem remunerados aceitando um salário modesto de uma congregação, sofrem semanalmente na preparação de sermões bem estruturados, de reuniões com obreiros (alguns dos quais, extremamente relaxados), no aconselhamento de pessoas e famílias em crise, na trato com personalidades difíceis, nadando contra a maré de falsos evangelhos, para os quais o senhorio de Cristo tem um papel secundário, enquanto que a conquista de metas pessoais usando técnicas espirituais, ocupa o primeiríssimo lugar. Estes homens, consideram-se servos de sua congregação, e

 
 
 

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